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Inserção ao futuro mercado de trabalho pelo estudo da robótica

Não tem mais como fugir, as tecnologias estão por toda a parte, inseridas na vida cotidiana das pessoas. Por meio das inovações tecnológicas, a sociedade moderna conta com ferramentas inimagináveis até bem pouco tempo. E isso se verifica nos meios de comunicação e de transportes, nos produtos consumidos, nos serviços, enfim em todo lugar. Mas o que muita gente desconhece mesmo é a engrenagem toda por traz de tudo isso.

Certamente você já ouviu falar em robótica e, talvez, até arrisque um conceito rápido sobre o que ela é e o que representa no mundo que nos rodeia, mas a miúde mesmo, talvez, torne-se difícil defini-la. Isso porque sempre que ouvimos falar em robôs isso acaba nos remetendo a designers vistos nos filmes de ficção científica de antigamente, que propagaram os androides (robôs semelhantes a um humano).

Hoje, no entanto, não é mais assim ou pelo menos não é só isso: a robótica desempenha um papel importante nesse universo tecnológico. Ela está presente em laboratórios, indústrias, mas não se restringe a isso. Ela também está bem pertinho das pessoas, no seu dia a dia, nas suas residências, compondo desde projetos de um gerador silencioso predial até esteiras e outros objetos dotados de inteligência artificial. E, para aproximá-la ainda mais da nossa vida cotidiana, junto com a programação, ela está na palma da sua mão toda vez que você manuseia um aparelho celular.

Dados estatísticos do IDC Brasil (versão nacional do International Data Corporation, famoso escritório de consultorias e pesquisa de mercado), divulgados pela Evolua, parceria da BeMaker, apontam um crescimento superior a 20% da robótica enquanto matéria de estudo. De acordo com essa fonte, a perspectiva para o próximo ano, ou seja, em 2021, é de que esse crescimento será muito mais significativo, ou seja, a aplicação de robôs colaborativos – não importa se na área doméstica ou empresarial – deverá crescer a índices nada módicos: mais de 70%.

Um olhar rápido sobre esses números, agregando-os às demais informações, faz surgir um questionamento àqueles sempre antenados com o mundo contemporâneo e todas as suas nuances, reflexos e consequências: que geração de adultos está sendo formada? Os ditos “nerds”, com entendimento sobre todas as coisas trazidas pelas inovações vividas nos diferentes campos da Ciências da Computação e da Informação, estarão por toda a parte.

É importante observar que, apesar do currículo desafiador, a robótica está longe de ser àquela disciplina que assusta os alunos. Uma criança de cinco anos, certamente, não sabe nada a respeito do universo de usinagem de engrenagens. Contudo, é bem provável que ela já manipule um celular, um tablet ou mesmo uma smart TV sozinha, talvez com auxílio indireto dos pais. Isso significa dizer que a sociedade já está imersa na chamada Geração Z, composta pelos jovens nascidos de 2000 para cá.

Rosamar Silva

Rosamar Silva

Jornalista 7159

Graduada em Comunicação Social -Habilitação Jornalismo- Universidade Católica de Pelotas (UCPel), com experiência multidisciplinar adquirida em empresas de serviços nas áreas de comunicação, saúde, energia e órgãos públicos, nos quais atuou como redatora, chefe de redação, editora, administradora e assessora de imprensa, incluindo cobertura fotográfica de eventos e elaboração de cerimoniais de acordo com as normas protocolares, elaboração de conteúdo para páginas na Internet e mídias sociais.